Lançada
na noite dessa terça-feira, 7 de fevereiro, a logomarca oficial da
próxima Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Rio de Janeiro
em julho de 2013. O evento contou com a presença de padres, bispos,
leigos e autoridades dos governos. O Governador do Rio, Sérgio Cabral
esteve entre os presentes e elogiou a logomarca. Dom Orani, arcebispo do
Rio de Janeiro, disse sobre o processo de escolha e da importância do
evento para o Brasil e, especialmente, para a cidade carioca. A marca
escolhida é alegre, colorida e representa as cores do Brasil juntamente
com um de seus mais conhecidos símbolos: o Cristo Redentor.
Para Fábio
Castro, diretor geral da Promocat Marketing Integrado e responsável
pelas negociações com a CNBB – Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil
e com a Arquidiocese do Rio de Janeiro para a realização da feira
ExpoCatólica como evento oficial da JMJ 2013, disse que a logo escolhida
preenche todos os elementos necessários que uma logomarca precisa ter
para compor a identidade visual do evento: “foi uma escolha assertiva.
Uma logotipia leve, com traços suaves e, ao mesmo tempo, modernos”.
Disse. Fábio Castro lembrou ainda que a utilização do Cristo Redentor
juntamente com as cores da bandeira nacional também foi providencial.
“Não poderiam deixar de fora o maior símbolo da Brasil que também é
católico e da Igreja Católica . Há um detalhe na marca que chama a
atenção: o coração, que remete imediatamente ao coração de Cristo,
acolhedor e gratuito, simples e direto. É uma marca que traz em si
várias mensagens cristãs, basta um olhar amplo” concluiu Castro.
Sobre a JMJ:
A Jornada
Mundial da Juventude (JMJ), como foi denominada a partir de
1985, continua a mostrar ao mundo o testemunho de uma fé viva,
transformadora e a mostrar o rosto de Cristo em cada jovem. Cerca de 300
mil jovens estiveram unidos ao Santo Padre na Praça de São Pedro, no
Vaticano, em 1984, quando ele entregou aos jovens a Cruz da Jornada. E
os encontros continuaram:
Novamente em
Roma, (1986 – Diocesana), em Buenos Aires (Argentina – 1987), em
Santiago de Compostela (Espanha – 1989), em Czestochowa (Polônia –
1991), em Denver (Estados Unidos – 1993), em Manila (Filipinas – 1995),
em Paris (França -1997), em Roma (Itália – 2000), em Toronto (Canadá –
2002). Com Bento XVI em Colônia (Alemanha – 2005), em Sidney (Austrália –
2008) e em Madri (Espanha – 2011).
As cidades
que sediam uma Jornada ganham, de verdade, um ‘colorido’ diferente.
São centenas de nacionalidades misturadas e integradas. Coisas que são
consideradas empecilhos em outras situações como o desconhecimento da
língua e a diversidade cultural tornam-se atrativos em uma JMJ.
Além do fato
de estar em outro país, com seus encantos turísticos, a participação na
Jornada requer um corpo preparado para a peregrinação e um coração
aberto para as maravilhas que Deus tem reservado para cada um. São
catequeses, testemunhos, partilhas, exemplos de amor ao próximo e à
Igreja, festivais de música e atividades culturais. Enfim, um encontro
de corações que crêem, movidos pela mesma esperança de que a
fraternidade na diversidade é possível.
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