Em 1966
Ir. Dorothy iniciou seu ministério no Brasil, no estado do Maranhão. Sua
atividade pastoral e missionária buscava a geração de emprego e renda com
projetos de reflorestamento em áreas degradadas, junto aos trabalhadores rurais
da área da rodovia Transamazônica..
Irmã
Dorothy participava desde sua fundação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) da
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Acompanhou a vida e a luta
dos trabalhadores do campo, sobretudo na região da Transamazônica. Defensora de
uma reforma agrária justa e consequente, Irmã
Dorothy mantinha intensa agenda de diálogo com lideranças camponesas, políticas
e religiosas, na busca de soluções duradouras para os conflitos relacionados à
posse e à exploração da terra na Região
Amazônica.
Recebeu
varias ameaças de morte, pouco tempo antes de ser assassinada declarou “Não
vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no
meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde
possam viver e produzir com dignidade sem devastar.”
A Irmã
Dorothy Stang, foi assassinada, com seis tiros, um na cabeça e cinco ao redor
do corpo, aos 73 anos de idade, no dia 12 de
fevereiro de 2005,
às sete horas e trinta minutos da manhã, em uma estrada de terra de difícil
acesso, à 53 quilômetros da sede do município de Anapu, no Estado do Pará,
Brasil.
Segundo
uma testemunha, antes de receber os disparos que lhe ceifaram a vida, ao ser
indagada se estava armada, Ir. Dorothy afirmou «eis a minha arma!» e
mostrou a Bíblia.
Leu ainda alguns trechos deste livro para aquele que logo em seguida lhe
balearia.
No
cenário dos conflitos agrários no Brasil, seu nome associa-se aos de tantos
outros homens, mulheres e crianças que morreram e ainda morrem sem ter seus
direitos respeitados.
Dados da Wikipedia


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